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A psicoterapia visa o mais profundo bem-estar

Terapia é mais ou menos como massagem: para cada tipo de problema tem uma específica.

Pesquisa em Psicologia

A psicologia científica, tratada neste artigo, não deve confundir-se com senso comum ou psicologia popular.

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sexta-feira, 15 de maio de 2015

TERAPIA DO SONO CONTRA TRAUMAS

Está cansado de ficar virando na cama até cair no sono? Exausto de acordar às 3 da manhã e não conseguir voltar a dormir? A ajuda está disponível de uma forma que pode surpreendê-lo: terapia cognitivo comportamental (TCC).

Talvez você nunca tenha passado por uma situação tão forte. Mas certamente guarda na cabeça algum momento, ou mais de um, que preferiria eliminar - mas que sempre acaba relembrando sem querer. Todo mundo coleciona algumas lembranças ruins ao longo da vida. Isso é inevitável. Mas, no que depender de pesquisadores de várias partes do mundo, vai deixar de ser. Eles estão trabalhando duro.

TCC combina terapia cognitiva e terapia comportamental. A terapia cognitiva centra-se em seus pensamentos e crenças e como eles afetam o seu humor e comportamento. Seu objetivo é ajudá-lo a mudar o seu pensamento para ser mais saudável e mais adaptável às diversas situações. A terapia comportamental se concentra em suas ações. Seu objetivo é ajudá-lo a mudar seus padrões de comportamento doentio. A TCC, então, ajuda você a se concentrar em seus problemas atuais e desenvolver habilidades de enfrentamento para gerenciá-los.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Cuidado ao deixar seu carro com um flanelinha ou manobrista


Parece que os carros ficam mais seguros na rua mesmo, longe desses caras. É mais garantido deixá-los a mercê de motoristas barbeiros (ou bêbados), mendigos, cafetões e ladrões. O único problema ali são os “flanelinhas” — que, mais uma vez, provam como no Brasil a mania de confundir o público com o privado não é exclusividade dos políticos. Além de fingir que “trabalham” na rua, praticam a extorsão a céu aberto. O lado bom é que os “flanelas” proporcionam sempre uma boa oportunidade para praticar o truque do “João sem braço”… Ou melhor, do “João sem troco”. Então, não se esqueça de caprichar na cara de bobo, ok? Boa sorte…


Por Diogo Salles




quarta-feira, 6 de maio de 2015

Boneco KEN Brasileiro

Quanto vale um sonho?
Para Maurício Galdi, o “Novo Ken Humano”, seu sonho custou cerca de R$ 100 mil, mais de 15 cirurgias plásticas e incontáveis procedimentos estéticos.
"Escutei a minha vida inteira que era um exagero. Mas é uma vontade, um sonho e um objetivo meu", analisa ele, que não se incomoda com o desgaste das cirurgias. "Para mim não é um sacrifício e sim um prazer passar por essas intervenções cirúrgicas.



Já Glenda enfrentou uma depressão após um momento complicado e engordou 60 Kg. Mas tem um detalhe, atualmente, ela se sente muito mais feliz e descobriu os benefícios de ter uma autoestima elevada, além disso, tem um blog especializado no universo plus size.

Assista o Vídeo deles!


terça-feira, 5 de maio de 2015

Como Manter a Sanidade na Era Digital

O que precisamos é de uma tecnologia que possa ser usada para reduzir o desejo – e o Watch não é um mau começo. O que o relógio da Apple oferece, acima de tudo, é restrição: no tamanho da tela, na duração de bateria, nas funcionalidades. É uma tecnologia que permite uma pessoa minimizar a Era das Notificações – ao desligar os alertas ou personalizá-los de forma que soem apenas por meio de ligações importantes. O relógio pode armar barreiras entre você e as notificações; entre você e o smartphone; entre você e a Era da Distração.
Com certeza há um elemento de "solucionismo" aqui – aquele termo usado por Evgeny Morozov para se referir à busca de uma solução tecnológica quando talvez ela não seja necessária. Mas o que o exemplo do Walkman e iPod sugere é que a tecnologia não corrompe um estado ideal, arruinando, por exemplo, a calmaria da ida ao trabalho com fones de ouvido; ele dá a entender que a tecnologia muitas vezes é uma reação a uma série de circunstâncias que a própria tecnologia criou.
É possível, então, que um relógio inteligente ofereça algum controle sobre nossas dependências a fim de torná-las úteis novamente? O Apple Watch talvez não seja esse aparelho. Talvez ele seja mágico demais – ele tem aquele DNA da Apple que nos induz ao uso compulsivo – para funcionar como uma maneira de controlar o desejo de distração. Mas talvez o conceito do relógio inteligente faça isso no futuro: dentro da limitação de sua tela, no espaço entre o pulso e o bolso, possamos encontrar uma barreira entre nós mesmos e um mundo feito para nos distrair incessantemente.
Tradução: Thiago “Índio” Silva

sexta-feira, 1 de maio de 2015

A ciência por trás da 'lábia' dos vendedores

Se eu dissesse que esta é a reportagem mais importante que você lerá nesta semana, provavelmente não acreditaria em mim. Mas e se eu informasse que 75% de seus amigos concordam comigo?

Ou que nove entre dez pessoas da sua idade, nível de formação e renda julgaram este texto relevante para elas? É bem provável que você continuasse lendo.

Muitos de nós sabemos que profissionais de vendas frequentemente recorrem a truques psicológicos para convencer clientes a comprar seus produtos, mesmo que eles não saibam por que essas técnicas funcionam.

Também podemos achar que estamos imunes a esse tipo de manipulação. Mas há cada vez mais indícios científicos de que somos influenciados sem perceber.
Por que, então, esses truques são tão eficientes? Vejamos seis deles.

1. Recorra a comparações falsas
Em nome da Ciência, o professor de psicologia social Robert Levine, da Universidade Estadual da Califórnia em Fresno, se passou por vendedor em uma loja de carros usados no começo dos anos 2000. Ele relatou a experiência no livro The Power of Persuasion: How We’re Bought and Sold ("O poder da persuasão: como somos comprados e vendidos", em tradução literal).
Levine descobriu rapidamente que muitos comerciantes do ramo não sabiam de cor todos os detalhes sobre os vários modelos à venda. Apenas memorizavam alguns fatos básicos que se aplicavam a todo o lote – e exibiam os carros em uma ordem estratégica.
Ao fazerem isso, os vendedores lançavam mão do conceito de "ilusão monetária": quando um cliente não conhece o valor intrínseco de um produto, a loja estabelece uma taxa básica que é usada para enfatizar o preço excepcional de outro item, em comparação.
"Se uma loja coloca vários modelos de cafeteira por US$ 200 ao lado de uma de US$ 400 que faz praticamente a mesma coisa, as de US$ 200 de repente parecem ser uma pechincha", explica Levine. "Isso funciona porque a maioria de nós não faz ideia de quanto uma cafeteira realmente deveria custar."
Para Levine, no entanto, entender esse truque não o ajudou como vendedor – ao fim de sua experiência, ele conseguiu vender apenas um carro.
Leia mais: O mistério de ficar 'bêbado' com um simples prato de massa

2. Enfatize as coincidências
Vendedores de carros exibem modelos segundo uma ordem estratégica
Pesquisas mostram que estamos mais propensos a comprar algo de alguém com quem simpatizamos e em quem confiamos – e isso acontece quando encontramos uma pessoa mais parecida conosco, mesmo que por mera coincidência.
Jerry Burger, professor da Universidade de Santa Clara, nos Estados Unidos, estuda como e quando as pessoas têm mais chances de obedecer a solicitações que envolvem um custo pessoal – como entregar seu dinheiro, por exemplo.
Em uma série de experiências, Burger e seus colegas demonstraram como algumas casualidades – ter o mesmo nome ou o mesmo dia de aniversário – podem mudar nossa atitude em relação àquela pessoa.
Um dos experimentos consistia em usar uma pesquisadora para pedir doações para vítimas de uma doença rara a mulheres que tinham se voluntariado a participar de um outro estudo. Quando a pesquisadora usava um crachá com o mesmo nome da voluntária, esta doava até o dobro da quantia do que as participantes com nomes diferentes.
Leia mais: A mistura coreana-mexicana que está conquistando os EUA

3. Invente uma demanda
Outro truque comum é fazer com que um produto pareça estar sendo consumido vorazmente por outros compradores.
No best-seller Sim! – 50 Segredos da Ciência da Persuasão, os psicólogos Robert Cialdini, Noah Goldstein e Steve Martin lembram das histórias da publicitária de televendas Colleen Szot, que usava em seus anúncios frases como "Se nossos operadores estiverem ocupados, por favor ligue novamente" para fingir que determinado artigo estava sendo um sucesso de vendas.
"Por princípio, olhamos para os outros para tomarmos nossas próprias decisões, o que chamamos de ‘prova social’. Isso aumenta as vendas de um determinado produto", relatam os autores.
Quando existe uma oferta limitada de um determinado artigo, mostrar que outras pessoas o estão comprando também enfatiza a noção de escassez – algo que, por algum motivo, nos provoca bastante. Basicamente, detestamos perder "oportunidades únicas", mesmo quando elas não são realmente únicas.
Leia mais: Por que a culpa aumenta o prazer?

4. Apresente as vantagens aos poucos; aglomere os prejuízos

Um truque comum é fazer parecer que um produto está sendo consumido por outros compradores
Sucesso no mundo das televendas nos anos 80 e 90, o comercial das facas Ginsu foi um dos primeiros a usar a técnica do "Mas isso não é tudo. Tem mais!", oferecendo produtos adicionais para quem comprasse o famoso utensílio.
Era um exemplo de como anunciar os "brindes" pouco a pouco. Se o cliente souber de todas as vantagens de uma só vez, a venda será menos eficiente.
Mas, enquanto as vantagens funcionam melhor se espalhadas em um intervalo de tempo, preferimos sentir os prejuízos todos de uma só vez.
É comum um vendedor nos oferecer algo extra na hora de formalizar a compra, como uma garantia adicional, por exemplo. Ele sabe que este é, na realidade, o melhor momento para convencer alguém a gastar um pouco mais de dinheiro, quando a pessoa já se comprometeu a pagar muito mais pelo item principal.
Leia mais: Seis cidades fanáticas por café

5. Induza o sentimento de obrigação

Estudos também já demonstraram que quando uma pessoa recebe um favor de alguém, ela se sente obrigada a retribuir – o que cientistas sociais chamam de "princípio da reciprocidade".

Esse sentimento pode ser forte: em estudo de 2006, Burger e seus colegas descobriram que as pessoas tendem a prestar um segundo favor para alguém mesmo quando já retribuíram o primeiro.

"Obviamente, via de regra, retribuir um favor é algo positivo", afirma Burger. "O problema é quando essa regra é explorada."

Certamente, vendedores aprenderam a usar esse comportamento em seu próprio benefício.
"Alguns profissionais fazem um esforço a mais pelo cliente, realizando todo tipo de agrados, porque sabem que será difícil ele dizer ‘não’ depois. As pessoas se sentem mal em aceitar algo de graça ou quando percebem o tempo e o esforço de alguém sem lhes dar nada em troca", diz Burger. "Pode ser um truque – e o sentimento de obrigação é difícil de resistir."

6. Jogue com as emoções
Segundo o especialista em ciência da persuasão Steve Martin, somos particularmente influenciáveis quando estamos com a cabeça cheia ou hesitamos quanto à melhor direção a tomar. "Como não temos aquele espaço para pensar, não sobra tempo ou recursos para nos perguntarmos sobre se estamos realmente tomando a decisão mais correta", explica.
Algumas pesquisas sugerem que as emoções também afetam nossa atividade comercial – tanto como comprador quanto como vendedor.
Um estudo de 2004 da Universidade Carnegie Mellon, de Pittsburgh, mostrou que os participantes estavam dispostos a gastar 30% a mais por um artigo quando antes assistiam a um trecho triste de um filme – os vendedores que viram o mesmo trecho chegaram a baixar o preço do artigo em 33%.
Outro estudo, da Universidade de Chicago, mostra que pessoas tidas como particularmente emocionais têm menos capacidade de perceber diferenças numéricas e atribuir valores de maneira racional.
Leia mais: O que saberemos sobre o espaço daqui a uma década?

Leia a versão original desta reportagem em inglês no site BBC Future.

Cientistas apresentam técnicas para rendimento intelectual

A estimulação cerebral com eletrodos aplicada sem dor será uma prática habitual em dez anos para melhorar o rendimento intelectual e a implantação de chips no cérebro permitirá que deficientes escrevam com a mente e se curem de algumas doenças neurológicas.

Esses são alguns dos avanços nos quais trabalham os neurocientistas. Alguns deles estiveram nesta quarta-feira no evento sobre estimulação cerebral B Debate, realizado na cidade de Barcelona.

Segundo os especialistas, a estimulação cerebral sem dor através de eletrodos poderá melhorar o rendimento mental das pessoas, assim como o café ou outras bebidas energéticas, e poderão inclusive estimular com padrões personalizados.

Entre os avanços próximos para pacientes com paralisias estão "poder escrever mensagens de texto e controlar outros dispositivos com o implante de um chip no cérebro", explicou a neurocientista Mavi Sánchez Vives.

saiba mais
Projeto quer mapear “estradas” do cérebro
Além disso, os chips "poderão registrar a atividade cerebral, analisá-la em linha e escrever pensamentos e até mesmo navegar 'online'".

De acordo com Sánchez, a neuroestimulação elétrica de determinadas regiões do cérebro já mostrou benefícios ao tratar os sintomas de depressão, bloquear os ataques de epilepsia, induzir a recuperação de um acidente vascular cerebral e controlar os tremores do Parkinson.

Ao longo dos próximos dez anos também haverá o avanço das próteses sensoriais e visuais, que gerarão estímulos na crosta cerebral e poderão proporcionar informação visual a cegos.

A cientista se mostrou a favor do uso de aplicativos móveis para controlar atividades cerebrais como o sonho, mas alertou que "é preciso ir com cuidado em relação às estimulações no cérebro, já que não se sabem os efeitos a médio e longo prazo".

Na opinião de Sánchez, a vida dos pacientes com paralisias ou doenças que não os permitem se comunicar com o exterior "pode melhorar muito ao longo destes anos".

A especialista diferenciou dois tipos de tecnologia aplicáveis: a não invasiva, que pode ser utilizada para uso lúdico, já que não envolve afetação ao cérebro; e a invasiva, que requer neurocirurgia e "só é justificada no caso de pacientes".

Da redação de Época Negócios

cérebro; mente; pensamento (Foto: Thinkstock)

quarta-feira, 22 de abril de 2015

4 dicas para você controlar sua emoção

As emoções não se misturam bem com os negócios ou mesmo com a vida profissional. Não importa se uma pessoa está triste, feliz, estressada ou preocupada – para que não ocorram erros no momento de uma tomada de decisão ou na conclusão de um importante projeto, é preciso manter a calma e, principalmente, usar a lógica. Neil Patel, empreendedor inglês, dá alguns conselhos para que empresários consigam controlar as suas emoções e obter negócios com um sucesso cada vez maior. Essas dicas podem ajudá-lo a ter a calma necessária para fechar o tão sonhado contrato.

1. Tenha os pés no chão
No caso de receber uma notícia ruim ou que não atinja todas as suas expectativas, não pode ficar deprimido. Ele deve pensar que nos demais existirão sempre outros  com problemas maiores e mais complexos que os seus. Caso a notícia seja positiva, é preciso ter a consciência de que outros estarão conquistando feitos maiores que os seus.

Para controlar as suas emoções, comemorar as vitórias, aprender com os fracassos e sempre desejar experimentar mais conquistas. Isso permitirá não ficar feliz ou pessimista em excesso.

2. Evite pessoas muito emocionais
Aqueles que estão à nossa volta são responsáveis por influenciar as nossas atitudes e pensamentos. Por isso, é importante cercar-se de pessoas centradas, uma vez que estar rodeados de amigos com grandes dramas emocionais podem deslocar a atenção e até mesmo deixá-lo irritado ou perturbado.

Isso não quer dizer que deva cortar os laços de amizade ou companheirismo com aqueles que estão com problemas. Ele deve apenas conseguir certo grau de distanciamento para que o problema dos outros não prejudique o desempenho e a tomada de decisão.

3. Amigos, amigos, negócios à parte
Durante o tempo de trabalho, é importante estar com todas as energias e pensamentos voltados para o sucesso do negócio. Você deve mostrar para os seus amigos e familiares que não precisa ser incomodado com besteiras enquanto está no dia a dia da empresa. Mas é valido ressaltar que essas pessoas devem procurá-lo quando tiverem informações úteis para serem discutidas. Do contrário, as conversas informais e as brincadeiras devem ficar exclusivamente para os momentos de lazer e diversão.

4. Não cante vitória antes da hora
O anúncio de um novo contrato mexe com as emoções de qualquer um. Para brindar a conquista, muitos fazem “happy hour”, festinhas na empresa ou mesmo almoços com sócios. Mas, antes que o contrato esteja devidamente assinado e parte do dinheiro esteja depositado na conta, é preciso ficar atento e evitar grandes comemorações. Isso fará com que você esteja preparado emocionalmente caso alguma coisa dê errado e os planos não aconteçam da maneira que foi prevista.

E você, como faz para controlar as emoções e manter o equilíbrio?

Da redação de Pequenas Empresas e Grandes Negócios por tecnologia Rodrigo Claro

domingo, 5 de abril de 2015

O doador de memórias por link Origins

Comunidades vivem com aparentemente mundo ideal, sem doenças, conflitos, diferenças e também sem sentimentos.
Um indivíduo é responsável por armazenar esses sentimentos e memórias à fim de poupar os demais habitantes desses sofrimentos é também guiá-los com sabedoria.
Quanto chega a hora de passar esta tarefa para um jovem chamado Jonas (Brenton Thwaites), ele tem que suportar um duro treinamento, e tem uma difícil decisão para tomar com sua agora responsabilidade.

A neurociência explica as fraquezas da tecnologia de realidade virtual

Mas essas imperfeições se tornam mais óbvias conforme você passa mais tempo com um desses dispositivos. Ou quando tenta andar e se virar quando os está usando. São muitos os motivos, tanto conscientes quanto inconscientes, que fazem seu cérebro rejeitar a realidade de uma tela montada a alguns centímetros dos seus olhos.

Latência e o problema do enjoo de movimento
Chame do que quiser, mas é fato que náuseas acontecem e são relacionadas à realidade virtual. O principal motivo disso é a latência, ou o pequeno (mas perceptível) atraso entre quando você move a sua cabeça na realidade virtual e quando a imagem em frente aos seus olhos muda — criando um descompasso entre os movimentos que sentimos (com nossos ouvidos internos) e a imagem que vemos (com os nossos olhos).

A armadilha de um campo de visão amplo
Para ser verdadeiramente imersiva, a realidade virtual precisa mostrar para você o que está em frente aos seus olhos — e também o que está ao lado deles. O problema? “Quanto mais amplo o campo de visão, mais sensível você é ao movimento”, diz Frank Steinicke, um professor da Universidade de Hamburgo que passou 24 horas dentro de um Oculus Rift como um experimento.

Como as visões periférica e central funcionam de maneira diferente, isso significa que um campo amplo de visão, o que incorporaria ambas as visões, precisa solucionar dois problemas diferentes. Uma tremulação próxima ao seu olho que não é perceptível se torna uma distração na sua visão periférica.

Realidade virtual como a mais avançada experiência neurocientífica
Empresas de realidade virtual sabem muito bem que a tecnologia não está exatamente pronta para estrear. A Oculus só lançou seu hardware de PC como “kit de desenvolvimento”, e a data de lançamento para uma versão para consumidores ainda não foi definida. Outros produtos já estão disponíveis, como o Samsung Gear VR e o Google Cardboard, mas a realidade virtual sofreu muito com alta expectativa antes, e seus entusiastas temem que isso possa ocorrer novamente.

Admitir que ainda temos problemas neurocientíficos não solucionados em realidade virtual não significa que a a tecnologia está destinada ao fracasso. Em vez disso, significa algo ainda melhor: o entendimento de que a realidade virtual sofre para nos enganar pode nos levar a uma compreensão melhor da complexidade do cérebro humano. Ou, como disse Cronin, “O guia de boas práticas da Oculus talvez seja a coisa mais substancial já escrita em neurociência sensório-motor aplicada.”

E mais adiante, tecnologia ainda mais sofisticada de realidade virtual pode expandir dramaticamente o que fazemos em experimentos neurocientíficos. William Warren, um professor de ciência cognitiva na Universidade de Brown, nos EUA, estudou navegação espacial ao colocar pessoas dentro de ambientes virtuais com wormholes. Formas cruas de realidade virtual para camundongos, moscas de frutas e peixe-zebra já são parte comum da pesquisa neurocientífica.

Ao confundir deliberadamente o cérebro, podemos aprender como ele funciona em situações comuns. E, além disso, isso pode nos dar alguns jogos sensacionais também.

Imagem de topo: http://linkorigins.blogspot.com.br
Por: Sarah Zhang
3 de abril de 2015 às 11:12

sexta-feira, 3 de abril de 2015

12 frases para não falar para os meninos pequenos

Palavras que não podem ser usadas com os pequenos e que reforçam o machismo e homofobia na sociedade.

1. “Vira homem, moleque.”
2. “Menino não chora.”
3. “Isso é coisa de menina.”
4. “Engole o choro”
5. “Você parece mulherzinha.”
6. “Você já é um homem, não pode fazer isso.”
7. “Para com isso, parece mulherzinha.”
8. “Se você fizer tal coisa, pinto o seu quarto de rosa.”
9. “Fala direito, engrossa essa voz.”
10. “Se chorar todo mundo vai achar que você é covarde.”
11. “Você tem que ser forte, já é o homem da casa.”
12. “Para de ser fresco e faz o que tem que fazer.”

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