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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Pensamentos suicidas



De todos os pensamentos negativos que uma pessoa pode ter, este é o mais significativo.

O pensamento suicida aparece com uma frequência muito maior do que imaginamos .Pensar em suicídio não se refere apenas aos planos de morte, pensar em como seria bom se não estivesse sobre a face desta terra já é um pensamento suicida, pensar em como seria se tivesse um botão de desligar a vida também é um pensamento suicida.

Quando chega-se a este ponto  fica claro que esta pessoa deve procurar uma psicoterapia, pois mesmo que a pessoa se considere “medrosa demais” – como muitos declaram - para concretizar o suicídio, apenas o fato de pensar em não estar mais vivo já é algo muito significativo, esta pessoa precisa, e merece, ajuda.

O pensamento suicida é sempre carregado de força.
 Um pequeno pensamento pode encher a nossa vida de valor e significado, quando lembramos de bons momentos sentimos uma leveza gratificante, da mesma forma, até mesmo um pequeno pensamento de morte pode significar muito sofrimento. O pensamento em sua própria destruição surge quando a pessoa acredita que não há solução para seus problemas. 

Esse tipo de pensamento vem à mente em momentos de crise. A crise é identificada em meio a desorganização mental, estresse e sensação de incapacidade de solucionar os problemas da vida.


O que provoca o desejo de morte
O que provoca o sentimento depressivo não são apenas as coisas ruins que acontece na vida da pessoa, que em psicologia chamamos de agentes estressores, que  pode ser a morte de alguém, a perda do emprego, a discussão com a vizinha. O que realmente provoca a depressão é a avaliação que a pessoa faz do quanto ela pode enfrentar isso tudo. 

É o limite da capacidade de enfrentamento que causa a depressão. Cada um tem seu limite, pra uns o limite é mais elástico do que para outro, por isso não adianta dizer: “Imagine ficar deprimido só porque aconteceu isso com ele, eu já passei por isso e não fiquei deprimido”. Cada um tem o seu limite, e quando passa esse ponto a pessoa entra em crise psicológica.

Se há pensamento de suicídio mais cedo ou mais tarde esta pessoa se suicidará?
Na grande maioria das pessoas que se suicidaram houve um aviso, algo foi dito que demonstrasse  pensamento suicida. `O impulso para agir tem um tempo limitado, as ideias de morte persistem por algum tempo, mas ainda assim normalmente a pessoa consegue resistir ao impulso de concretizar essa ideias, mas só o fato de ter o pensamento já demonstra a importância dessa depressão. Vale salientar que nem sempre há o desejo de morte, o desejo real é a eliminação do sofrimento e não da vida em si.

O que fazer quando percebemos este pensamento em um amigo ou familiar?
Não entre em pânico, fale com esta pessoa de forma tranquila, mas firme.  Faça-o saber que ele é importante e que há pessoas que se preocupam com ele. Leve-o para psicoterapia imediatamente. Mesmo que você seja uma pessoa cuidadosa e saiba se relacionar muito bem, ainda assim devemos contar com atendimento psicológico profissional. Muitas vezes o desejo declaro de suicídio se refere muito mais à necessidade de saber o quanto se é amado pelas pessoas próximas. 

Muitas vezes o que impera é a necessidade em se perceber querido: “Será que sentirão minha falta?” Mas, você não conseguirá determinar isto sozinho, portanto não arrisque- ofereça tratamento.




quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Por que é que você malha e os músculos teimam em não aparecer?

Descubra os cuidados básicos que você precisa ter para ganhar massa magra e o que você pode fazer para melhorar o seu desempenho
Por Guilherme Haas em 24/10/2013

Ter um corpo musculoso e definido é mais do que uma questão de estética. Sabemos que a prática regular de atividades físicas promove o bem-estar e uma melhora significativa na qualidade de vida.
Um corpo constantemente estimulado, com musculaturas e estruturas fortalecidas, tende a envelhecer mais devagar e está menos sujeito a dores e lesões. Mas falar é fácil — o problema é alcançar esse corpinho todo malhado, com horas diárias de academia e cuidado redobrado na alimentação.
Há quem fique meses treinando e puxando ferro sem ver resultados ou mudanças no seu aspecto físico, e que por isso chega a acreditar que seu caso não tem solução. Muitos homens acham que nunca vão conseguir encher a sua camiseta, no peitoral ou nos bíceps, com músculos fortes e grandes, e culpam até mesmo a herança genética fraca para justificar o baixo desempenho.
Porém, antes que bata o desespero, que desista ou perca a vontade de ser manter bonito e saudável, verifique se você está seguindo corretamente alguns cuidados básicos no seu treino e providenciando energia (alimento) suficiente para a recuperação e o ganho muscular. Sim, a alimentação é tão, se não mais, importante que a quantidade de peso que você levanta na academia.

Comida para os músculos

Comer bem e com qualidade é fundamental para quem desejar ganhar massa muscular. Aquela musculatura forte e definida nada mais é do que fibras e tecidos nervosos reforçados que precisam ser construídos através da energia de alimentos.
Quando realiza exercícios, você estimula o conjunto muscular a fazer força e se expandir. O trabalho com carga gera microlesões nos músculos. Porém, para que o crescimento realmente ocorra, você precisa fornecer os nutrientes certos para que o organismo reconstrua esses tecidos.
Para isso, é fundamental ingerir doses corretas de proteínas e carboidratos diariamente. O consumo ideal para quem procura o ganho muscular é de 2 a 3 gramas de proteína por quilo de peso corporal, e de 3 a 4 gramas de carboidratos na mesma relação.
Fonte da imagem: Reprodução/Muito Chique
A proteína, que você encontra especialmente em carnes, frango, peixe e ovos, é o principal componente da reconstrução de fibras e tecidos, enquanto os carboidratos fornecem a energia necessária para a realização das atividades físicas sem que ocorra a queima de músculos.
É preciso, porém, ingerir alimentos de qualidade — não adianta comer porcaria achando que vai saciar a carência de nutrientes. Produtos como salsicha e hambúrgueres, por exemplo, têm baixo valor proteico e são ruins para o corpo. O mesmo pode ser dito sobre pizza, batata frita, chocolate e até mesmo as barrinhas de cereal, que têm pouco valor nutricional.

Suplementos e horas certas para comer e dormir

Por ser tão difícil consumir quantidades tão altas de proteínas diariamente, recomenda-se o uso de suplementos com shakes, vitaminas e as chamadas “whey”, que trazem concentrações altas de proteína para ajudar o atleta na construção muscular.
É importante que essas doses de (boa) proteína sejam consumidas logo após um treino de grande intensidade. Isso porque, após o exercício, o corpo funciona como uma esponja e reaproveita ao máximo os nutrientes ingeridos.
Fonte da imagem: Reprodução/Dicas de Treino
Para quem deseja melhores resultados, é preciso também se alimentar com cuidado durante todo o dia. Além de ter as três refeições completas (café da manhã, almoço e jantar), é indicado realizar lanches, especialmente com iogurte e cereais (carboidratos complexos) nos intervalos, e não ficar mais do que três horas sem comer alguma coisa.
Outro fator importante que deve ser levado em conta é a alimentação antes do treino pesado. O corpo precisa de energia para gastar, caso contrário vai queimar a proteína muscular. Por isso, é bom suplementar de 15 a 45 minutos antes da prática de exercícios; e, para quem malha depois do almoço ou do jantar, é interessante incluir carboidratos no prato e fazer um intervalo de 1 a 2 horas antes de começar a treinar.
Mais um cuidado que um atleta em busca de ganho de musculatura deve ter é o repouso. As horas de sono são essenciais para os músculos se recuperarem, pois é nesse período de inatividade que a reconstrução muscular das microlesões feitas durante o treino acontece. Portanto, como você pode perceber, é interessante manter uma rotina correta de exercícios, alimentação e também de descanso.

Hora de mudar o treino

Todos esses cuidados podem ajudar o seu desempenho na hora de puxar ferro e realizar a sua sequência de exercícios na academia. Para quem procura ganhar peso e musculatura, é vital o trabalho com cargas pesadas que exijam o máximo de força e de trabalho dos conjuntos musculares.
Alguns tipos de treinos são bastante recomendados para a hipertrofia muscular, como os exercícios “livres” de supino com barra, agachamento e levantamento terra. Prefira esses ao trabalho com máquinas e alteres de baixo peso.
Em geral, os treinos para esse objetivo requerem repetições entre 25 e 40 vezes para cada exercício, divididas em 3 ou 4 séries. Assim, você pode realizar 3 sequências de 10 repetições no supino, por exemplo, com intervalo de 1 minuto a 1 minuto e meio entre cada atividade.
Fonte da imagem: Reprodução/Mens Fitness
A rotina é também importante na hora de treinar. É recomendado realizar o mesmo treino, em média, 8 vezes (aumentando o peso sempre que possível) antes de trocar os exercícios. Porém, é melhor não ficar mais do que dois meses fazendo a sequência, e mudar de equipamentos para estimular – de maneira diferente – os grupos musculares.
Por fim, é sempre importante indicar o trabalho de profissionais que podem auxiliar e acompanhar o seu desenvolvimento, como nutricionistas, instrutores na academia e personal trainers – que ajudam a melhorar a sua performance de acordo com a sua capacidade física.
Quem sabe com essas dicas e cuidados básicos você não adquire um novo gosto pelo treinamento muscular e começa a perceber um ganho significativo no seu corpo? Não é só academia e levantamento de peso que vão ajudar você a definir os músculos — uma vida saudável, com boa alimentação, sem drogas e álcool, com bom repouso e descanso são também fundamentais. Chega de desculpas!

Confira 5 exemplos científicos de como o seu cérebro engana você

Saiba mais sobre alguns truques que as nossas próprias mentes aplicam sobre nós
Por Maria Luciana Rincon em 30/10/2013
Confira 5 exemplos científicos de como o seu cérebro engana você
O cérebro, como você já sabe, é o órgão que não só comanda todas as funções biológicas que acontecem no nosso organismo, como também é o responsável por processar todas as informações e estímulos que recebemos do ambiente no qual nos encontramos.
No entanto, algumas vezes ele nos prega algumas peças, fazendo com que acreditemos em coisas que não existem ou tenhamos sensações que não deveríamos ter. O pessoal do site ListVerse publicou uma interessante lista com alguns desses truques que o cérebro aplica sobre a gente, e a seguir você pode conferir cinco deles:

1 – Síndrome da falsa memória


Fonte da imagem: shuttersto
Como é que alguém vai duvidar das próprias experiências, aquelas vividas no passado e que ficaram guardadas na memória? Pois saiba que é incrivelmente fácil “plantar” falsas memórias nas mentes das pessoas, e isso ocorre porque o cérebro está constantemente tentando absorver todas as informações presentes no ambiente que nos rodeia.
Contudo, como isso é impossível, algumas lacunas acabam se formando, e a mente preenche esses espaços em branco com memórias — baseadas em nossas experiências e conhecimento pré-existentes — para que essas informações façam sentido. É aqui que as falsas memórias podem ser plantadas, e elas chegam a ser tão convincentes que inclusive somos capazes de criar detalhes sobre determinado acontecimento que jamais ocorreu e acreditar que tudo foi real.

2 – Dor solidária


Fonte da imagem: shutterstock
Sabe quando você vê alguém acertando o dedo com o martelo ou escuta uma história sobre alguma pessoa que se machucou em um acidente e se contrai como se estivesse sentindo a dor no próprio corpo? Essa sensação se chama dor solidária, e os pesquisadores descobriram que, quando vemos expressões de dor, a região do nosso cérebro que é ativada é a mesma de quando fazemos essas expressões.
Além disso, os humanos estão “programados” para refletir os mesmos sentimentos que os demais, tal como ocorre quando vemos alguém gargalhando, bocejando etc.

3 – Saturação semântica


Fonte da imagem: shutterstock
Já aconteceu com você de, depois de repetir uma mesma palavra inúmeras vezes, perceber que ela começa a perder o seu significado? Essa é a saturação semântica, e ela ocorre porque a repetição verbal contínua satura o cérebro que, então, começa a perder a capacidade de relacionar a palavra ao seu significado.
Mas não pense que os pesquisadores não conseguiram encontrar uma utilidade para esse truque mental: a saturação semântica pode ser utilizada para ajudar pessoas que gaguejam e inclusive foi aplicada em um indivíduo que sofria de coprolalia — verbalização involuntária de palavras ou comentários obscenos —, fazendo-o repetir seus palavrões favoritos várias vezes.

4 – Intuicionismo moral


Fonte da imagem: shutterstock
Sabe quando alguém pergunta a você sobre questões como o incesto ou o canibalismo e, apesar de ter opiniões bem fortes a respeito desses temas, você simplesmente não consegue elaborar nenhum argumento para explicar a razão de considerar ambos moralmente errados? Essa dificuldade é explicada como intuicionismo moral, e provavelmente está relacionada com o fato de que certos tabus estejam profundamente enraizados em nossa sociedade.

5 – Alucinações


Fonte da imagem: shutterstock
Embora a maioria das pessoas acredite que as alucinações ocorrem apenas como efeito do uso de algumas drogas, a verdade é que diversas condições podem desencadear esse curioso processo, tais como a febre alta e a fadiga extrema, por exemplo. Além disso, também podemos sofrer de alucinações naquele momento em que estamos caindo no sono (alucinações hipnogógicas) ou quando estamos despertando (alucinações hipnopômpicas).
Esses tipos de alucinações podem ser de natureza tanto auditiva quanto visual e, apesar de serem mais comuns em indivíduos extremamente cansados ou com determinadas condições mentais pré-existentes, elas também podem ocorrer com pessoas saudáveis. Aliás, além desses eventos durante estados de semiconsciência, todos nós podemos sofrer de alucinações auditivas enquanto estamos completamente acordados.
***
E você, leitor, se lembra de ter passado por alguma das experiências descritas acima, relacionadas com falsas memórias, dores solidárias etc.? E sobre os tipos de alucinações que descrevemos no último item, você se recorda de ter passado por algum episódio sinistro e que tenha assustado você? Não deixe de contar para a gente nos comentários!


Detesta acordar cedo? Confira algumas dicas para pular da cama de manhã

Site traz alguns conselhos para você que não consegue viver sem a função soneca do despertador.
Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini em 14/08/2012


Você detesta acordar cedo e, quando o despertador toca de manhã, você simplesmente não consegue levantar. Então, você fica acionando a função soneca do despertador para ficar só mais cinco minutinhos, e mais cinco, e outros cinco mais... E quando se dá conta, está atrasado e acaba bagunçando todo o resto do dia.
Mas suponhamos que você está começando um curso novo ou mudou de emprego e, agora, vai precisar acordar mais cedo e — o que é mais difícil — ser pontual. O pessoal do site lifehacker publicou um artigo cheio de dicas que podem ajudar você a aposentar de vez a função soneca do seu despertador e a pular da cama na hora certa. Confira:

Escolha um tipo de despertador que funcione para você

Cada um de nós tem um padrão de sono diferente e, portanto, também temos maneiras diferentes de acordar pela manhã. Assim, de acordo com o artigo, o que vai fazer com que você saia da cama na hora — ou aperte o botão da soneca — é o ruído que o seu despertador faz.
Entretanto, caso você não queira acordar com algo que se pareça com o anúncio da chegada dos cavaleiros do apocalipse, como alarmes superbarulhentos ou que obriguem você a saltar da cama com um baita susto, uma alternativa interessante é escolher músicas que você goste e que deixem você animado. Você pode, inclusive, selecionar opções diferentes para cada dia da semana, assim você já acorda sabendo o que esperar desse dia.

Faça pequenas modificações no seu quarto


Na verdade, acionar a soneca do despertador é muito fácil: basta você esticar o braço e apertar um botão, pois, geralmente, deixamos o despertador bem próximo do local no qual dormimos. Nesse caso, que tal posicionar o despertador em algum lugar que obrigue você a se levantar para desligá-lo?
Outro artifício é tornar a sua cama um local menos convidativo. Ela deve ser confortável, mas precisa ser encarada apenas como um objeto que ajuda você a recarregar as baterias, e não como um local do qual você nunca mais vai querer sair. Portanto, elimine livros, jogos e travesseiros extras e superconfortáveis, assim como qualquer outro objeto que a torne mais irresistível do que ela precisa ser.

Treinar é preciso



Se você está acostumado a acordar na hora do almoço todos os dias, ter que levantar bem cedinho pela manhã não vai ser uma tarefa fácil, e você vai se sentir cansado durante os primeiros dias. Para isso, você vai ter que acostumar o seu corpo e reajustar o seu relógio biológico.
Uma dica é começar a acordar 20 minutos mais cedo todos os dias, até que você consiga levantar na hora que precisa. Assim, todas as noites — em teoria — você também sentirá vontade de dormir um pouco mais cedo do que o normal. Além disso, evite ficar exposto à luz de computadores ou aparelhos de TV perto da hora de dormir, para você não perder o sono ou se distrair com alguma coisa.
...
Uma vez você consiga reprogramar a sua rotina, pouco a pouco você começará a se acostumar com o novo horário, sentindo-se muito mais produtivo e revigorado pelas manhãs e sem ter que começar mal o dia só porque ficou 5 minutos a mais do que devia na cama.
Fonte: lifehacker

5 dicas simples para você conseguir estudar melhor

Confira alguns conselhos que podem ajudar você a enfrentar essa tarefa com menos sofrimento.
Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini em 14/06/2013
5 dicas simples para você conseguir estudar melhor

Para muita gente, estudar é um verdadeiro prazer. No entanto, para a grande maioria, essa atividade é sinônimo de tortura, e só o fato de pensar em ter que passar várias horas na companhia de livros e anotações já é um sofrimento. Para essa turminha, o pessoal do site For Dummies publicou algumas dicas simples que podem tornar as horas de estudo menos penosas. Confira a seguir:

1 – Prepare-se mentalmente

Fonte da imagem: shutterstock
Pense em como você se prepara para fazer algo que realmente gosta, como assistir a filmes ou jogar o seu game favorito, por exemplo. Como você prepara o ambiente? Qual é a postura que você adota? Costuma deixar comidinhas e quitutes por perto para não ter que interromper a sua atividade toda hora para buscá-los?
A ideia é que você “empreste” algumas dessas ações que você normalmente realiza enquanto está se dedicando à sua atividade favorita para tornar uma experiência desagradável — neste caso, estudar — menos chata, por associação. Além disso, um ambiente agradável pode ajudar você a se sentir melhor mentalmente, portanto o espaço no qual você vai estudar não precisa ser austero nem parecer uma estação de trabalho.

2 – Conheça o seu ritmo

Fonte da imagem: shutterstock
A verdade é que não existe um ritmo ideal, e cada um estuda — e progride — à sua maneira. O importante é conhecer qual é o seu, e lembrar que, se você é mais minucioso e leva mais tempo para estudar, vai ter que reservar um período maior para essa atividade.
Mas, independente de que você precise de muito ou pouco tempo ou tenha mais ou menos disponibilidade na sua agenda, não se esqueça de que fazer pequenos intervalos é superimportante. Portanto, você pode estabelecer “recreios” — como 10 minutinhos a cada meia hora de trabalho, por exemplo — durante as sessões de estudo, além de se dar pequenos agradinhos de prêmio por ter se concentrado na sua atividade.

3 – Tire proveito da sua memória

Fonte da imagem: shutterstock
Saber como a memória humana funciona pode ajudar bastante nessas horas. Estudos já demonstraram que, no caso de um texto, por exemplo, as pessoas se lembram melhor das primeiras e das últimas coisas que leram, tendo mais dificuldade para recordar claramente o conteúdo do “meio”. O mesmo ocorre com atividades realizadas no decorrer do dia.
E não adianta querer mudar isso, pois os nossos cérebros estão programados para processar as informações dessa forma. Então, para tirar o maior proveito disso na hora de estudar, tente organizar o conteúdo de forma que as questões mais importantes fiquem concentradas no começo e no final da sua sessão de estudos.

4 – Planejamento

Fonte da imagem: shutterstock
Independente de que você tenha que estudar para uma prova supercomplexa ou para algo mais simples e menos dispendioso, é sempre bom ter um plano de como você vai fazer para se preparar. Uma forma de fazer isso é dividir o conteúdo total em blocos menores, que podem ser os diferentes tópicos do assunto que você está estudando.
Isso pode ajudar com que você perceba com mais facilidade os elementos mais importantes do texto, além de memorizar palavras ou aspectos-chave. Com esse método, você pode utilizar esses bloquinhos de informação para criar uma base de dados mental que pode ser acessada quando você precisar. Aqui também vale aquela velha técnica de relacionar termos complicados a palavras e frases engraçadas para aguçar a memória.

5 – Mapa mental

Fonte da imagem: shutterstock
Criar diagramas também pode ajudar você a memorizar informações mais facilmente. Assim, a partir de um conceito principal, relacione os aspectos menos importantes progressivamente através de mapinhas, criando subcategorias. Nelas, você pode incluir qualquer termo ou ideia que considere importante, contanto que o conjunto ajude você a organizar melhor as informações.
Os mapas mentais — ou diagramas — são simples e fáceis de criar, e você vai perceber que eles são muito mais eficientes do que as listas convencionais. Eles podem ajudá-lo a se lembrar de um volume maior de informações, devido à forma como foram criados, seguindo uma linha específica de raciocínio. Tente fazer um na próxima vez que tiver que estudar para uma prova de História, por exemplo!
***
Esperamos que essas dicas simples ajudem você a enfrentar melhor as suas longas sessões de estudo, tornando-as menos sofridas e muito mais eficientes. Caso você tenha algum método interessante que funcione, não deixe de compartilhar conosco nos comentários!

8 coisas que você provavelmente está fazendo do jeito mais difícil

Você pode estar sofrendo mais do que o necessário para realizar tarefas simples que você só acha que são complexas
Por Ian Castelli em 08/11/2013

8 coisas que você provavelmente está fazendo do jeito mais difícil

Nós fazemos tantas atividades diariamente que às vezes nem percebemos que pela força do hábito podemos realizá-las de um jeito mais fácil. Quando o cérebro está condicionado a fazer algo do mesmo jeito repetidas vezes, podemos perder a habilidade de pensar em soluções alternativas, criativas e muitas vezes mais fáceis para realizar as tarefas cotidianas.
Entretanto, especialistas dizem que às vezes é importante fazer as coisas de um modo mais difícil, já que você trabalhará outros campos do cérebro também. Sempre que novas habilidades são aprendidas a sua capacidade de memorização é ampliada. Por exemplo, é mais fácil encontrar um caminho em uma cidade pelo GPS do que pensar em quais ruas você deve dirigir. Porém, ao pensar em novos tipos de trajetos você ampliará o seu campo de memorização.
Apesar de esses esforços mentais serem saudáveis, existem aquelas tarefas diárias que são chatas e que podem se tornar mais fáceis com alguns truques. Veja abaixo alguns exemplos de situações que você provavelmente está fazendo de um modo bem mais difícil do que realmente são:

8 – Desamarrar os nós das sacolas

Desamarrar as sacolas plásticas pode ser um transtorno em alguns casos. Alguns preferem rasgar as sacolas por completo enquanto outros fazem uso de tesouras. Caso as tesouras não estejam disponíveis (e você não deseje destroçar o plástico), existe um fácil truque para desamarrar.
O segredo para desamarrar as sacolas é torcer e empurrar uma das extremidades (a parte superior do nó, que parece com um laço) e empurrá-la em direção ao interior da sacola. Desse modo, o nó vai afrouxar e você conseguirá pegar o alimento sem grandes problemas.

7 – Cortar tomates

Os cozinheiros que têm dificuldade de cortar tomates em pedaços podem encontrar aqui uma solução mais fácil – especialmente se os pedaços sempre saem tortos. Normalmente, o problema não é a técnica de corte, porém a faca que é utilizada. Utilize as típicas facas de pão para repartir os tomates; aquelas facas que cortam fatias de uma só vez e que não exigem mais movimentos repetidos. Contudo, não se esqueça de cuidar dos seus dedos ou poderá machucá-los mais facilmente.

6 – Remover riscos dos móveis de madeira

Riscar os móveis não é algo difícil, especialmente se existem gatos ou cachorros em casa. Se você gosta de manter tudo brilhando e com cara de novo, saiba que há um modo alternativo para remover esses riscos. Por mais esquisito que possa parecer, o óleo que é expelido por vários tipos de nozes (walnut, em inglês), é capaz de remover essas linhas nada agradáveis.
O óleo das nozes é capaz de se mesclar com a madeira dos móveis, preenchendo o risco de um modo natural. Além disso, o óleo pode absorver a cor da madeira ao redor, tornando o risco verdadeiramente invisível. Como fazer isso? Esfregue a região com a noz (sem a casa, obviamente) para que o óleo seja expelido e preencha o espaço.

5 – Amarrar os sapatos

Certas pessoas que amarram o cadarço dos sapatos fazem de um jeito que consideram o correto – ou pelo menos o mais certo. Conhecido em inglês comoGranny Knot (o Nó da Vovó, em tradução literal), ele é caracterizado por um pequeno laço inclinado que se faz com o cadarço. Entretanto, o Granny Knot é considerado um tanto ineficiente, já que pode ser desamarrado facilmente se corrermos ou se não formos muito precisos.
Segundo algumas pessoas, o nó mais indicado para os pés é o Reef Knot (o Nó do Recife, em tradução literal), usado na navegação, em determinadas cirurgias e por pessoas que sabem dar bons nós. O único diferencial dos nós comuns ocorre no momento de finalização, deixando os laços do nó paralelos e equilibrados. Você deve fazer o laço sobre a cruz do nó de base, envolvendo o primeiro círculo superiormente – e não por baixo, como muitos fazem. Veja melhor a diferença desses dois nós ao clicar aqui.

4 – Limpar o microondas

Fazer a limpeza no microondas não é algo complicado e não requer muitos produtos de limpeza. Tudo que você precisa é de um pouco de água e de vinagre destilado. Misture meia xícara de água com meia xícara de vinagre em uma tigela e a coloque para esquentar no microondas. Deixe que o líquido borbulhe, fazendo com que pequenas partículas de água grudem no interior do aparelho.
Quando você verificar que o microondas está embaçado por dentro, desligue o eletrodoméstico e espere alguns instantes. Depois de alguns minutos, abra-o e retire as gotículas das paredes do microondas com uma esponja – e ele ficará brilhando. Para evitar um odor desagradável, você pode acrescentar alguns pedaços de limão ou de laranja na tigela com o líquido.

 3 – Poupar dinheiro

Há duas coisas que podem ajudar você a poupar dinheiro: acompanhar o seu orçamento à risca e fazer depósitos de poupança assim que você recebe seu salário. É fato que muitas pessoas não sabem quanto de dinheiro gastam por mês – e muitas vezes se perdem nas contas. Um jeito de facilitar isso é colocar tudo no papel (as contas básicas, os gastos com lazer, com alimentação, entre outros).
Apesar de parecer algo óbvio, poucas pessoas realmente fazem isso. Desse modo, você administrará seu dinheiro muito melhor. A segunda dica é fazer depósitos de poupanças mensais (no mínimo, segundo economistas, 10% do salário). O objetivo é depositar essa quantia assim que você recebe seu salário, pois desse modo esse dinheiro não será comprometido pelo orçamento.

2 – Abrir pacotes plásticos

Sim, você não é o único que sofre para abrir pacotes plásticos que normalmente possuem brinquedos ou aparelhos eletrônicos. Esses protegidos pacotes plásticos são conhecidos por machucar os consumidores com pequenos arranhões. Grande parte das pessoas simplesmente vai atrás de facas ou de tesouras para abrir essas embalagens, porém há outro utensílio que promete mais facilidade e sucesso.
Os abridores de latas com suas extremidades pontiagudas podem perfurar o interior de muitos desses pacotes de modo mais prático (claro, dependendo do tipo de abridor que você possui em casa). O melhor é que você provavelmente possui uma dessas peças na cozinha – chega de machucados na hora de abrir as embalagens.

1 – Prevenir bolhas nos pés

Quem possui bolhas nos pés frequentemente sabe o quão desagradáveis e dolorosas elas podem ser. Existe um modo fácil de prevenir essas bolhas sem que você tenha que comprar sapatos ou meias específicas. Um estudo feito pela Academia Militar de West Point, em Nova York, concluiu que aplicar um pouco de antitranspirante nos pés ajuda a combater as bolhas.
O motivo disso é que o constante atrito ocasiona as bolhas e quando os pés estão suados o grau de fricção é aumentado. O antitranspirante pode ajudar a diminuir o suor dos pés e, consequentemente, a origem das detestáveis bolhas. De qualquer modo, é bom não exagerar nas doses de aplicação. 

Entenda aqui como o Viagra funciona

O medicamento é indicado aos homens com disfunções eréteis
Por Daiana Geremias em 07/11/2013

Entenda aqui como o Viagra funciona
Imagina como deve ser horrível querer muito fazer uma coisa e simplesmente não conseguir. É isso o que acontece com muitos homens por aí, que, mesmo quando estão estimulados sexualmente, não conseguem ter uma ereção.
O melhor tratamento para esse grande problema surgiu há 15 anos nos EUA e, desde então, tem feito a diferença na qualidade de vida de muita gente. A popularidade do remédio é tamanha que é muito difícil encontrar alguém que nunca tenha ouvido a palavra “Viagra”. O que muita gente nem faz ideia é como um comprimido pequeno pode fazer o efeito praticamente milagroso.

Anatomicamente falando

Fonte da imagem: Shutterstock
O corpo humano, você já deve ter percebido, é uma máquina natural fascinante, cheia de mistérios e engenhocas surpreendentes. No caso da ereção peniana masculina, é fundamental que se entenda a anatomia do pênis em primeiro lugar.
O órgão sexual masculino tem duas funções básicas: eliminar urina e liberar esperma e líquido seminal por meio do que é conhecido como ejaculação. Quando está tudo bem, o processo de ejaculação envolve três passos simples: o homem precisa estar estimulado sexualmente, o pênis responde ficando ereto e a ejaculação ocorre depois que o órgão é estimulado.

Contextualizando

Fonte da imagem: Shutterstock
Em alguns casos, porém, a ereção não acontece, o que torna a ejaculação muito difícil ou até mesmo impossível. É para esses momentos que o medicamento é indicado.
Antes de querer saber tudo a respeito, você precisa entender uma coisa: o que faz seu corpo mexer são os músculos; da ponta do dedão do pé ao braço para segurar a bolsa, tudo envolve contração muscular. O pênis, por sua vez, fica ereto não por causa dos músculos, mas pela pressão que recebe.
Imagine que você tem um balão vazio e, de repente, começa a enchê-lo com ar. Logo ele vai ficar maior e mais consistente, certo? Com o pênis a coisa é bem parecida, exceto pelo fato de que, em vez de ar pressurizado, o que faz a diferença é a pressão do sangue.

Corpos cavernosos

Fonte da imagem: Reprodução/Cabuloso
O órgão sexual masculino tem duas cavidades cilíndricas bastantes importantes conhecidas como corpos cavernosos, que ficam posicionadas paralelamente ao corpo esponjoso. Imagine que esses dois corpos cavernosos são dois balões cilíndricos.
A verdade é que esses dois cilindros são constantemente inundados por sangue enviado diretamente de artérias – depois, veias levam esse sangue a outras regiões do pênis. E é basicamente isso o que garante a ereção: sangue. Com a quantidade grande de sangue entrando, os corpos cavernosos ficam esticados e o pênis ereto.

Disfunção

Fonte da imagem: Reprodução/Chasingyourfire
Se as artérias ligadas ao pênis não ficarem abertas o suficiente para exercer a pressão sobre os corpos cavernosos e as veias, fica muito difícil ou até mesmo impossível que o pênis venha a ficar ereto. Trata-se, então, do que é conhecido como disfunção erétil.
Na década de 80, um tratamento bem popular para esse problema era a injeção de fentolomina, uma substância capaz de fazer com que as artérias se abram e o sangue jorre para o órgão. O problema das injeções era o seguinte: elas faziam efeito na hora, mesmo que o homem não estivesse sexualmente excitado.

Melhoras no tratamento

Fonte da imagem: Reprodução/Iltalehti
O Viagra faz a mesma coisa, só que de forma bem mais simples, com apenas o comprimido. Além do mais, o homem que toma o medicamento vai ter ereção somente quando estiver excitado, graças a uma capacidade de enviar as mensagens corretas e exatas aos neurotransmissores responsáveis pela movimentação muscular das artérias e, consequentemente, pela ereção do pênis.
Quando o homem está sexualmente excitado, seu cérebro é capaz de mandar mensagens ao pênis que, por sua vez, produz substâncias responsáveis por pedir mais sangue às artérias. Sem o remédio, as artérias receberiam a mensagem e simplesmente não responderiam a ela. Todo mundo aqui sabe como isso é chato.

Resposta

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O Viagra age como o corretor chato, que fica ali, estimulando a artéria a responder as mensagens que recebe. Assim que isso acontece, o pênis é irrigado com muito mais sangue e a ereção ocorre.
Homens mais velhos podem ter problemas de ereção mesmo assim, simplesmente porque as artérias não conseguem se dilatar muito mesmo quando o cérebro manda a ordem para que isso aconteça. Existem outros meios não tão populares de lidar com o problema e, se o Viagra não resolver, é importante procurar ajuda médica.
Todo medicamento pode vir acompanhado de efeitos colaterais, e com o Viagra não é diferente. Muitos pacientes já relataram mudanças na percepção das cores verde e azul, por exemplo. Isso sem falar em dores de cabeça e ataques cardíacos – é fundamental estar em dia com o cardiologista antes de tomar o remédio. Casos de ereções muito longas e ejaculações doloridas também já foram registrados.


Estudos apontam que sexo equivale à prática moderada de exercícios físicos

queimar tantas calorias quanto uma hora na academia, mas certamente vale mais a pena do que uma simples caminhada
Por Fabrízia Ribeiro em 29/10/2013
Estudos apontam que sexo equivale à prática moderada de exercícios físicos
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Um novo estudo realizado por pesquisadores Universidade do Quebec em Montreal, no Canadá, aponta que, entre os jovens, os homens gastam uma média de 4,2 calorias por minuto enquanto as mulheres queimam 3,1 calorias por minuto durante o sexo.
A boa notícia é que, de acordo com os especialistas, esses números equivalem à prática moderada de exercícios físicos. Ou seja, se pensarmos nas calorias queimadas, fazer sexo pode ser mais vantajoso do que fazer uma caminhada, mas não é melhor do que correr, pedalar ou realizar qualquer atividade física mais intensa.
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Prazer ou exercício?

“Esses resultados sugerem que a atividade sexual tem potencial para ser considerada como um exercício significativo”, explica o relatório da pesquisa. No entanto, a discussão sobre a intimidade de um casal ser ou não considerada uma atividade física válida pode dividir opiniões. Estima-se que uma relação sexual possa queimar entre 100 e 300 calorias, mas, considerando a natureza do ato, é difícil para a ciência encontrar um número exato.
Os famosos pesquisadores sexuais William Masters e Virginia Johnson, que conduziram estudos com casais a partir da década de 1950, concluíram que a frequência cardíaca de uma pessoa podia chegar a 180 batimentos por minuto. Em comparação, sabe-se que a frequência cardíaca de uma pessoa de 50 anos que pratica exercícios de intensidade moderada não passará de 119 batimentos por minuto.
Em 1984, um estudo realizado com 10 casais utilizou a frequência cardíaca, a pressão sanguínea, um equipamento de análise de oxigênio e um eletrocardiograma para determinar que, para os homens, a masturbação aumentava a função cardíaca em 37%, enquanto o sexo aumentava em 51%.

Tempos modernos

Lançando mão da tecnologia existente hoje em dia, os pesquisadores da Universidade do Quebec em Montreal utilizaram um dispositivo chamado SenseWear, que deveria ser colocado no braço dos participantes para monitorar suas reações enquanto praticavam sexo no conforto de suas casas.
Antes de passar para a parte mais prazerosa do estudo, os voluntários correram por 30 minutos em uma esteira em intensidade moderada para que os pesquisadores pudessem registrar o gasto calórico de cada um. Em casa, o SenseWear usaria seu acelerômetro, seus sensores de temperatura e sensores de respostas da pele para coletar informações sobre a atividade sexual.

Os resultados da pesquisa

Ao analisar os dados fornecidos pelo SenseWear, os pesquisadores registraram que a duração média de uma relação sexual era de 24,7 minutos, sendo que a mais curta durou 10 minutos e a mais longa se estendeu por 57 minutos.
Em geral, os homens queimaram 101 calorias, ou seja, 4,2 calorias por minuto durante o sexo. Em comparação, a corrida na esteira consumiu 276 calorias, o que equivale a 9,2 calorias por minuto. Para as mulheres, a média consumida entre os lençóis era de 69 calorias, sendo 3,1 calorias por minuto. Já na esteira, elas queimaram 213 calorias, que equivalem a 7,1 calorias por minuto.
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Sexo ou academia?

Independente dos resultados, os pesquisadores acreditam que as pessoas apresentam mais disposição para passar alguns minutinhos entre quatro paredes do que para ir até a academia. E, se é para ficar em casa, o sexo se mostrou mais eficiente em queimar calorias do que as tarefas domésticas: um outro estudopublicado em outubro no periódico BMC Public Health descobriu que as pessoas superestimam a quantidade de calorias consumidas enquanto limpam o chão ou passam aspirador.
Depois de conferir esses estudos, qual é a sua opinião: sexo conta como um exercício físico?

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